



Neferkheperura Waenra Akhenaton - Amenhotep IV
(cerca de 1350 a.C.)
Segundo filho de Amenhotep III com Tiya, o faraó Akhenaton é considerado, por uns, como visionário, revolucionário e idealista; por outros, apenas como herético. Poeta e reformador das artes, a verdade é que ele foi responsável por um dos mais importantes momentos da História do antigo Egito.
Seu deus Aton era representado fisicamente pelo disco solar.
Fundou uma nova capital, à qual deu o nome de Akhetaton (Horizonte de Aton). Abandona a então capital Tebas, e vai com sua corte habitar a nova cidade-capital, que teve a duração de somente 12 anos aproximadamente.
Akhenaton reinou por cerca de 17 anos, vindo a falecer de forma até agora desconhecida. Embora alguns estudiosos afirmem que sim, até agora não há qualquer dado concreto referente a uma possível descoberta de sua múmia.
Com sua morte, acaba a reforma religiosa, que obteve repercussão no campo artístico e político.
Como consequência dessa nova concepção religiosa, o Antigo Egito foi palco de uma profunda alteração dos tradicionais cânones artísticos de então, adotando características do realismo e do naturalismo. A partir desse momento, a imagem atlética do faraó é negada, passando então este a ser representado com suas características naturais, às vezes até de forma exagerada, beirando a caricatura. As cenas comuns retratadas referem-se àquelas do seu convívio cotidiano com a família, no palácio ou em adoração ao novo deus Aton.
Casado com Nefertiti, teve seis filhas, sendo que também lhe é atribuída a paternidade de Tutankhaton/Tutankhamon, que seria seu filho com a segunda esposa de nome Kiya.

Seus hinos estão representados nas tumbas da cidade de Akhetaton. O grande hino,encontrado na tumba de seu suposto sogro Ay, alto sacerdote da corte de Amenhotep III é tido como uma das mais belas peças literárias do Antigo Egito.O pequeno Hino de Aton é encontrado em algumas tumbas da mesma cidade, e não perde em beleza pelo anterior.
De autoria presumida a Akhenaton, são reconhecidos como umas das mais belas formas de louvor a uma figura divina. Composto para Aton, primeira manifestação de um deus de amor, impessoal e único, origem da vida, da natureza, reveste-se de profundo significado esotérico e filosófico.
Grande Hino a Aton:
"Tu surges belo na terra de luz do paraíso
Ó Aton vivo, que dá vida.
Quando nasces ergues no horizonte oriental
Enches todas as terras com a tua beleza
Os teus raios abraçam e iluminam as terras
Até o limite de tudo o que criastes.
Sendo Rá alcanças os seus limites e os subjugas para teu filho amado.
Tu estás longe, mas os teus raios encontram-se sobre a terra,
Apesar de vê-lo seu caminho é oculto
Tu estás diante de nós, mas as pessoas não vêem o teu caminho. Quando tu te pões na terra ocidental, A terra fica na escuridão como morta. Os que dormem encontram-se em suas casas,
As cabeças cobertas, um olho não vê o outro.
Se roubassem seus bens que se acham debaixo de suas cabeças,
Eles nem perceberiam. Todos os leões saem de suas cavernas,
Todas as serpentes mordem.
A escuridão é uma tumba
Para eles claridade.
Jaz a terra em silêncio.
Seu criador repousa na sua terra de luz no horizonte. Na aurora tu reapareces no horizonte.
E és irradiante como o disco solar do dia (Aton) Tu eliminas as trevas e lanças teus raios.
As duas terras estão em festa. As pessoas acordam e ficam de pé.
Tu as fizeste levantar.
Eles banham-se e vestem-se,
Os seus braços estão em adoração à sua feição.
A terra inteira se põe a trabalhar. Todo animal goza de sua pastagem,
Árvores e relvas brotam e verdejam.
Os pássaros voam de seus ninhos,
Com as asas levantadas para teu ka
Todos os rebanhos ágeis estão sobre os seus pés,
Tudo que se levanta e voa, parte,
Tu nasces para eles. Os barcos seguem para o norte, seguem para o sul também,
Todos os caminhos se abrem quando tu surges.
Os peixes no rio arrojam-se diante a ti movem-se deslizando em tua direção,
Os teus raios chegam ao meio do mar. Tu fazes crescer a semente na mulher,
Tu fazes o semem nos homens,
Tu fazes viver o filho no ventre da mãe,
Tu o acalentas para que não chore,
Tu o alimentas no ventre!
Dás a respiração, para alimentar tudo o que ele faz.
Quando sai do ventre para respirar, no dia de seu nascimento, abre-lhe a boca e Provês as suas necessidades.
O pássaro fala dentro da casca do ovo;
Tu ali dentro lhe dás ar para viver.
Determinas um tempo para ele sair do ovo; Quando ele sai do ovo, para piar, ao seu nascimento, já caminha em suas pernas. Quão numerosas são as tuas obras!
Apesar de ocultas à vista, Ó Deus Único ao lado do qual não há outro!
Tu criaste a terra ao teu desejo, Quando tu estavas só,
Com os homens, as manadas, e as revoadas dos pássaros.
Tudo o que há sobre a terra e anda sobre seus pés,
Tudo aquilo que está no céu e que voa sobre suas asas.
Os países estrangeiros, da Síria, e Núbia, a Terra do Egito.
Tu colocaste todo homem em seu lugar,
Proveste as suas necessidades, cada um com o seu alimento,
É contada sua duração de vida .
Suas línguas diferem no falar, suas características também;
Suas peles são distintas, pois tu diferenciaste os povos. Fizeste um Nilo no subterrâneo,
Tu o trazes quando queres, para dar sustento às pessoas,
Pois tu as criaste para ti. Senhor de tudo, que trabalhas por eles,
Senhor de todas as terras, que brilha para eles,
Ó Aton do dia, grande em glória! De todas as terras distantes, tu os mantêm vivos,
Fizeste um Nilo celestial, que desce para eles,
E que faz ondas nas montanhas como um mar,
E banha os seus campos com o que eles necessitam.
Quão perfeitos os teus planos, Ó senhor da eternidade! Um Nilo do céu para os estrangeiros,
E para todas as criaturas no deserto que caminham sobre pernas,
Mas para o Egito, o Nilo que vem de Duat. Os teus raios trazem a nutrição para todas as plantas;
Quando tu brilhas, elas vivem e prosperam para ti.
Tu fazes as estações para que se desenvolva tudo o que tu crias:
O inverno para refrescá-las, o ardor para que te degustem. Tu fizeste o céu distante, para brilhar nele.
Para ver tudo que fazes, enquanto tu és Um, Nascido em sua forma de Aton vivo, Brilhante e radiante, próximo e distante. Tu fazes milhões de formas de ti, sozinho,
Povoados, vila, campos, estrada e rio.
Todos os olhos o contemplam acima deles,
Quando tu estás acima da terra como, Aton. Quando tu vais e não há olho cuja visão tu criaste,
não para olhar para ti como só mais uma de suas criaturas. Tu estás ainda em meu coração.
Não há nenhum outro que te conheça
Exceto teu filho, Nefer-kheperu-Rá Ua-en-Rá Akhenaten,
A quem ensinastes. A terra passa a existir por tua mão como tu a criaste,
Quando tu alvoreces, eles vivem, quando tu te pões eles morrem;
Tu mesmo és vida - se vive de ti. Os olhos vêem beleza, enquanto tu não te pões.
Deixa-se todo o trabalho quando tu descansas no Ocidente;
O teu alvorecer é um fortalecimento para o Rei,
E todos movem-se desde que fundastes a terra. Tu os levantas para o teu filho que saiu do teu corpo
O rei que vive pela verdade (Ma’at), o Senhor das duas terras,
O Senhor dos Dois Países Nefer-kheperu-Rá
O único de Rá, o filho de Rá que vive pela verdade (Ma’at),
O Senhor das duas coroas Akhenaton, Sublime em sua vida E da Grande Rainha a quem ele ama, A Senhora das Duas Terras Nefer-neferu-Aton Nefertite,
Que vive e rejuvenesce por toda a eternidade"
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Pequeno Hino a Aton:
"Oh Aton vivente, Senhor da Eternidade, és esplêndido quando nasces! És resplandecente, perfeito, poderoso.Teu amor é grande, imenso. Teus raios iluminam todos os rostos, teu brilho dá vida aos corações quando enches as Duas Terras com teu amor. Deus que se formou a si mesmo, que cria cada terra e as coisas que nela existem,homens, rebanhos, animais e de todos os tipos de árvores que crescem sobre a terra.Eles vivem enquanto tu brilhas sobre eles. Tu és a mãe e o pai de tudo que criaste.
Quando nasces, seus olhos te contemplam. Teus raios iluminam toda a terra. Todo coração bate mais forte à tua vista, pois tu nasces como seu Senhor. Quando te pões no horizonte do ocidente, eles repousam como se estivessem mortos. Suas cabeças estão cobertas, suas narinas sem ar, até que voltas a brilhar na região oriental do horizonte. Então seus braços se erguem em adoração ao teu Ka; tu alimentas seus corações com tuas benesses. Quando resplandeces, todos os lugares ficam em festa. Homens e mulheres cantam de alegria no pátio da Capela de Benben e em todos os templos da cidade de Akhetaton, o Lugar da Verdade em que seu coração se regozija. Nos seus interiores se oferecem alimentos.Teu filho é santificado por suas preces, oh Aton vivo, quando apareces nas procissões. Todas as criaturas que criaste pulam de alegria diante de ti. Teu venerável filho regozija-se, oh Aton vivo, que surge no céu diariamente! Seu venerável filho Wa en Ra.
O filho de Ra não para de exaltar tua perfeição. Neferkheperure, Wa en Ra.
Eu sou teu filho para te servir e exaltar teu nome. Tua força e teu poder estão firmes em meu coração.
És o Aton Vivo e a tua emanação é eterna. Tu criaste os céus longínquos para brilhar nele e vigiar toda a tua criação. És o Uno mas existem milhões de partículas de vida em ti. Para fazê-las viver, insuflas sopro de vida em suas narinas. Ao ver seus raios, os botões se abrem em flores e as plantas que surgem do solo se fortalecem ao teu nascer. Ao ver os seus raios, todos os animais se erguem em suas patas, as aves saem de seus ninhos agitando as suas asas alegremente e voam em louvor ao Aton Vivo, seu criador."

Pequeno Hino a Aton:
"Oh Aton vivente, Senhor da Eternidade, és esplêndido quando nasces! És resplandecente, perfeito, poderoso.Teu amor é grande, imenso. Teus raios iluminam todos os rostos, teu brilho dá vida aos corações quando enches as Duas Terras com teu amor. Deus que se formou a si mesmo, que cria cada terra e as coisas que nela existem,homens, rebanhos, animais e de todos os tipos de árvores que crescem sobre a terra.Eles vivem enquanto tu brilhas sobre eles. Tu és a mãe e o pai de tudo que criaste.
Quando nasces, seus olhos te contemplam. Teus raios iluminam toda a terra. Todo coração bate mais forte à tua vista, pois tu nasces como seu Senhor. Quando te pões no horizonte do ocidente, eles repousam como se estivessem mortos. Suas cabeças estão cobertas, suas narinas sem ar, até que voltas a brilhar na região oriental do horizonte. Então seus braços se erguem em adoração ao teu Ka; tu alimentas seus corações com tuas benesses. Quando resplandeces, todos os lugares ficam em festa. Homens e mulheres cantam de alegria no pátio da Capela de Benben e em todos os templos da cidade de Akhetaton, o Lugar da Verdade em que seu coração se regozija. Nos seus interiores se oferecem alimentos.Teu filho é santificado por suas preces, oh Aton vivo, quando apareces nas procissões. Todas as criaturas que criaste pulam de alegria diante de ti. Teu venerável filho regozija-se, oh Aton vivo, que surge no céu diariamente! Seu venerável filho Wa en Ra.
O filho de Ra não para de exaltar tua perfeição. Neferkheperure, Wa en Ra.
Eu sou teu filho para te servir e exaltar teu nome. Tua força e teu poder estão firmes em meu coração.
És o Aton Vivo e a tua emanação é eterna. Tu criaste os céus longínquos para brilhar nele e vigiar toda a tua criação. És o Uno mas existem milhões de partículas de vida em ti. Para fazê-las viver, insuflas sopro de vida em suas narinas. Ao ver seus raios, os botões se abrem em flores e as plantas que surgem do solo se fortalecem ao teu nascer. Ao ver os seus raios, todos os animais se erguem em suas patas, as aves saem de seus ninhos agitando as suas asas alegremente e voam em louvor ao Aton Vivo, seu criador."

Pouco se conhece a respeito da infância de Akhenaton, o “Filho verdadeiro do Rei”. Isso se justifica pelo fato de ele ter tido um irmão mais velho, Tuthmoses, “Filho maior do Rei”, que seria naturalmente escolhido como príncipe sucessor do seu pai no trono do Egito, não fosse a sua morte prematura, cuja razão desconhecemos. Seu irmão mais novo Amenhotep foi então imediatamente elevado à categoria de sucessor. Isto deve ter acontecido aproximadamente por volta do ano 30 do reinado de Amenhotep III, quando foi nomeado co-regente, no jubileu do festival Heb-Sed. Mudou, posteriormente, por volta do ano 5, seu nome para Akhenaton (O espírito útilizado por Aton). Passa a se apresentar então como o único representante do deus Aton aqui na terra. Os primeiros anos foram passados em Tebas, mas por volta do ano 6, Akhenaton quebra a tradição político-religiosa, mudando a capital do Egito para um local nunca antes pertencido a outro deus, e constrói Akhetaton (O horizonte de Aton). Aproximadamente no ano 15 do seu reinado nomeia Smenkhkare(Ankhkheperure) como co-regente, que se estabelece em Tebas. São precárias as informações existentes sobre o desfecho desse período. Sabe-se que Nefertiti, por volta do ano 12, retira-se do cenário, indo residir no palácio chamado “Morada de Aton”, situado ao norte da cidade de Akhetaton. Alguns afirmam que teria sido exilada, não participando mais das atividades comuns do casal solar, tendo sido substituída por sua filha Merytaton. Não se conhece o ano de sua morte. Também não temos informações seguras quanto ao fim de Akhenaton. Embora tenha sido encontrada sua tumba, em Akhetaton, atual El Amarna, desconhecemos qualquer informação sobre o paradeiro de sua múmia, não havendo nenhuma evidência que possa nos levar a pensar que tenha sido enterrado lá. Alguns afirmam ser sua múmia uma das achadas na tumba 55 do Vale dos Reis, local que continha vários objetos datados do período amarniano. Ainda não existe uma opinião definitiva quanto a isso, embora evidências arqueológicas podem nos levar também a supor que Akhenaton tenha sido enterrado na sua tumba, pelo menos por certo período de tempo. Fragmentos de seu sarcófago de granito e um vaso canopo podem ser elementos importantes para atestar isso.
Após a sua morte, seu sucessor foi seu genro Smenkhkare (Ankhkheperure), cujo reinado foi muito curto. Sucedeu-lhe Tutankhaton (Nebkheperure), que também teve uma regência muito curta, chegando inclusive a residir em Akhetaton, permanecendo fiel ao culto atoniano. Entretanto, por algum motivo que desconhecemos, transfere-se para Tebas, mudando seu nome para Tutankhamon. Seu sucessor foi Ay (Kheperkheperure), antigo funcionário da corte de Amarna. Seu reinado de quatro anos foi irrelevante, tendo sido sucedido por Horemheb, antigo “Grande Comandante de Armas” de Akhenaton.
A Cidade do Sol
Akhetaton, atual Tel El Amarna, foi a cidade construída para ser a nova capital do Antigo Egito, no quarto ano do reinado do faraó Amenhotep IV. Resolvendo abandonar a capital Tebas, construiu a nova capital Akhet-Aton, que significa “Horizonte de Aton”.
Akhenaton escolhe para a construção de sua nova capital um local nunca antes ocupado, localizado na margem direita do Nilo, no médio Egito, em frente à cidade de Hermópolis (Khmounou) cidade do deus Thot. Aproveitou um vasto anfiteatro natural existente numa planície, entre o rio e as montanhas. Delimitou a área da nova cidade com quatorze estelas demarcatórias, atuais fontes para o estudo dos principais acontecimentos ocorridos durante seu reinado. Ampliada durante os 12 anos que seguiram à sua fundação, foi abandonada depois da morte do rei.Estima-se que cerca de 20 000 pessoas chegaram a morar lá.
Os primeiros estudos: Em 1714 o sacerdote jesuíta francês Claude Sicard descreve a primeira estela demarcatória conhecida; entre 1798/99 os membros da expedição de Napoleão elaboram o primeiro mapa de Amarna.
Embora em 1824 esse local já tivesse sido visitado por James Burton, que explorou algumas tumbas já violadas, foi em 1826 que, em companhia de John Gardner Wilkinson realizou trabalhos de reprodução dos painéis e de esboços das tumbas.
Como nesse período os estudos de Champollion relacionados à decifração dos hieróglifos ainda estavam num estágio muito inicial, eles não tiveram condições de identificar o nome da cidade que estavam explorando. Nestor L’Hôte, acompanhou Champollion em 1828, retornando dez anos depois para continuar seus trabalhos.
Entre 1830 e 1833, Robert Hay com sua equipe, realiza o levantamento das tumbas já abertas, complementado com o estudo de outras ainda desconhecidas. Em 1840, o arqueólogo Prisse d’Avennes reproduziu as tumbas localizadas no lado norte. 1842 foi o ano de uma grande expedição originária da Prússia, coordenada por Richard Lepsius, discípulo de Campollion. E assim, nos anos de 1843 e 1845, visitaram Amarna, quando realizaram um extenso levantamento da cidade. Depois é a vez da França encaminhar uma, em 1883, tendo trabalhado seguidamente até 1902.Escavada por Sir. Flinders Petrie a partir de 1891 tem seus estudos continuados até o presente, realizados por arqueólogos de várias nacionalidades.
Durante a década de oitenta do século passado, vários saques ocorreram em Amarna, com venda para estrangeiros de peças e jóias procedentes desses atos. Entretanto, foi no ano de 1887 que um achado fortuito chamou atenção para a cidade. Foram descobertas cerca de 300 tabuinhas de argila contendo textos escritos em cuneiforme, trazendo à luz a correspondência diplomática do rei Akhenaton, conhecidas como “As cartas de Amarna”.
Data de 1901 os trabalhos dos copistas nas tumbas do norte de Amarna, destacando-se a presença de Norman de Garis Davies, da Grã-Bretanha. Entre 1907 e 1911 o Instituto Alemão do Oriente, sob a direção de Ludwig Borchardt escavou em Amarna, desenvolvendo um trabalho mais sistematizado. Desses trabalhos resultou no achado do famoso busto da rainha Nefertiti. Esses trabalhos tiveram prosseguimento a partir de 1920, sob a orientação de pesquisadores ingleses.
Em 1931 e 1935 a Sociedade de Exploração do Egito pesquisou o vale e a tumba real, a partir de quando grandes nomes da arqueologia passaram pela sua direção, dentre os quais Sir Leonard Wooley e John Pendlebury. A partir de 1977, essa sociedade, sob a orientação de Barry J. Kemp, realiza pesquisas regulares.
Várias missões foram a Amarna na intenção de recuperar dados que subsidiem o entendimento desse período ímpar na história do Egito. Nomes como o de Donald Redford, da Universidade de Toronto, por exemplo, servem de referência para os estudiosos do período amarniano.

Vista da Cidade de Amarna

Nefertiti e Akhenaton

Kiya
Piadinhas ...










Muy buenas las tiras cómicas.